domingo, abril 20, 2008

 

De volta

Pois é, estou de volta!
Agora é só aguardar pelos dias de maior inspiração.

terça-feira, janeiro 31, 2006

 

“O EXERCÍCIO POSSÍVEL DA CIDADANIA” - Convite

“O EXERCÍCIO POSSÍVEL DA CIDADANIA”

- DEBATE -

Local: Cem Soldos - Tomar
Data: 11 de Março de 2006 – 21H

Painel:

Sociólogo (Dr. Queirós da Silva)
Responsabilidade Social e Cidadania

Eurodeputado(a) *
A Cidadania Europeia

Antropólogo (Miguel Vale D’Almeida)
O afastamento entre Sociedade Civil e Política. Factores que contribuem para o descrédito da actividade política.

Jornalista/Historiador (Carlos Santos Pereira)
A evolução da responsabilidade dos Media no Exercício da Cidadania

Moderador (Alves Jana) *

* A confirmar

Sumário:
O afastamento entre a Sociedade Civil e a Política é um fenómeno crescente, actual e inibidor do exercício sóbrio da nossa cidadania.
A corelação entre a Responsabilidade Social e a Cidadania Europeia, e o papel dos Media neste contexto serão porventura pontos-chave de debate, que contribuirá, certamente, para uma renovada cultura de participação cívica.

quinta-feira, outubro 06, 2005

 

Colectânea de frases fixes (I)


 

Discípulos

“São meus discípulos, se a1guns tenho, os que estão contra mim; porque esses guardaram no fundo da alma a força que verdadeiramente me anima e que mais desejaria transmitir-lhes: a de se não conformarem”.
Agostinho da Silva

terça-feira, outubro 04, 2005

 

As nulidades

"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto".

Rui Barbosa de Oliveira, político e jurisconsulto brasileiro (1849 - 1923)

sexta-feira, setembro 30, 2005

 

É por isso que eu vivo: José Carlos Ary dos Santos


Eu sou a palavra lavrada e aberta
Eu sou a raiz
Eu sou a garganta de um homem que fala
E sabe o que diz
Eu sou o silêncio das trevas que penso
Das coisas que digo
Sou filho do tempo Sou fúria do vento
Sou força do trigo
Ai eu sou térra sou mágoa
Sou vento sou água
Sou princípio e fim
Ah não me afoguem o pranto
Não me rasguem o canto
Não me arranquem de mim
Ai se eu pudesse ser tudo
Ser morto ser vivo ser fogo ser linho
Ai se eu pudesse ser corpo ser alma
Ser fruto ser pão e ser vinho
Eu sou a semente que morre e se queima
E nem chega a nascer
Eu sou o poeta que nasce da terra
Com tudo a dizer
Se digo se calo se falo se morde
Se farto é por mim
Eu sou a demora do tempo que chora
Por dentro de mim
Ai a distância que vai
Do celeiro ao tear
Do cantor ao ceifeiro
Ai a diferença que tem
O luar quando vem
Sob o céu de Janeiro
Ai como sinto a vontade
A lavrar o meu corpo
E a secar meu pranto
Ai como sinto a verdade ceifando o meu trigo
Rondando o meu espanto
E é por isso que eu digo
Que sou forte e estou vivo
E é por isso que eu sigo
E é por isso que eu canto
Ai eu sou terra sou mágoa
Sou vento sou água sou
Princípio e Fim

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